Vereadora Talita Leila apresenta indicação para reestruturar parte externa do Hospital e evitar novos episódios de alagamento

Pauta é decorrente da recente situação de alagamento ocorrida no hospital por conta dos altos índices de chuva na cidade
Reprodução/MundoBA
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A sessão desta terça-feira (03) na Câmara Municipal de Cícero Dantas (BA) foi a primeira desde as fortes chuvas ocorridas na semana passada que ocasionaram estragos dos mais diversos na infraestrutura da cidade e deixaram vários pontos da cidade alagados por horas. Um dos locais atingidos foi o Hospital Municipal Luiz Eduardo Magalhães, onde a água chegou a invadir setores nos quais estavam pacientes e funcionários.

Em decorrência desse episódio, a vereadora Talita Leila (PSD) protocolou uma indicação (nº 09/2026) em que solicita do Poder Executivo a realização de um estudo de viabilidade técnica para readequação estrutural do Hospital local, a fim de evitar novas situações de setores inundados por conta de precipitações pluviométricas.

No documento, Talita sugere que a entrada lateral secundária seja fechada em definitivo, e também que o entorno da unidade hospitalar seja alterado. Ela pede a readequação urbanística da Rua Celerino Venceslau (aos fundos do hospital), apontando que a existência de obstáculos físicos e muros tem provocado o represamento e o desvio indevido de água para residências vizinhas, causando danos severos à comunidade local. A parlamentar ainda pontua ser necessária uma canalização adequada no trecho para garantir o escoamento eficiente e corrigir falhas de drenagem.

NÚMEROS PARA SERVIÇOS EMERGENCIAIS

Já na indicação de n° 08/2026, Talita Leila requisita do prefeito Vinícius do São José (PP) e das respectivas secretarias municipais a disponibilização de aparelho telefônico com número específico para a solicitação de serviços de emergência pela população. Na matéria, ela lista a necessidade de telefones para plantão na Guarda Civil Municipal (GCM), Conselho Tutelar, Unidades Básicas de Saúde, Defesa Civil e Assistência Social.

A parlamentar considera que a falta desses números representa uma lacuna perigosa na segurança e na proteção dos direitos fundamentais, especialmente em situações de emergência que não podem aguardar o horário comercial. Além disso, a ausência de um contato para as unidades de saúde desfavorece a comunicação junto à população, pois tal estrutura reduz filas presenciais desnecessárias, humaniza o serviço público e otimiza o tempo dos servidores e dos usuários.

As duas matérias protocoladas pela vereadora serão encaminhadas para o gabinete da prefeitura e secretários municipais, que poderão acolher ou não, as solicitações.

Redação de Sertão em Pauta.

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